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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Trinity Chrurch






Eu não sou de visitar cemitérios quando viajo. Tem gente que tem tesão nisso: o túmulo da Evita em Buenos Aires, o do Jim Morrison em Paris, sei lá eu mais de quem. Não é pra mim. Acontece que ontem a gente foi até Wall Street e na entrada da rua fica a Trinity Church, uma das mais antigas igrejas da cidade, com um dos mais antigos cemitérios. Chega a ser irônico aquelas lápides de 1700, com suas homenagens aos heróis da Nova Amsterdam tendo de paisagem de fundo faixas de liquidação de sapatos e de saldão de natal. O que rolou é que a gente deu uma volta e se deparou com lápides de 1600 e pouco. A igreja também é bem antiga. Inaugurou o estilo gótico em NY. E olha que a que está lá é a 3ª construção no mesmo local. Destaque para o vitral. Adoro vitrais. Manhattan, como a gente conhece, começou mesmo naquele miolinho.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

West Village


Ontem, depois do Intrepid e dos bagels fomos dar uma volta no West Village. E não é que o bairro é bonitinho mesmo? E chique. Lojas e mais lojas. Grifes e mais grifes. Mas bem menos ostensivo que a 5ª avenida. Fica colado no Meatpacking e, atravessando a 6ª, dá no East Village (tô começando a me orientar lá pra baixo também). Fila gigante na frente da Magnólia Bakery. Multidão na Marc Jacobs que estava com 70% de desconto nos sapatos. Gostei mesmo de um cartão postal pendurado em uma banca de jornais do bairro, com a foto de uma placa na porta de um restaurante "Hippies, use the other door".

Speakeasy


É um tipo de bar bem peculiar daqui, com herança histórica e tudo. Vem do tempo da lei seca, quando os bares eram clandestinos, escondidos, geralmente nos porões. E uma fachada fantasia - padaria, cartomante, barbearia - escondia a festa e os uísques contrabandeados. Pois bem, NY ainda tem centenas de bares tipo speakeasy: sem logos e neons nas fachadas, sem grandes propagandas, nos fundos de docerias e afins e que acontecem através do boca-a-boca. Uma mistura de falta de espaço da cidade (que faz com que as coisas aconteçam nos fundos e nos subsolos), com informalidade e com uma nostalgia dos anos 20. O speakeasy (que na tradução acho que sairia algo do tipo "fala baixo") do momento por aqui é o PDT, sigla para Please Don't Tell. Fica na St Marks, com entrada por uma cabine telefônica dentro de uma lanchonete de hot dog. Cool, né? Mas a gente já tentou ir umas 3 vezes e os caras nunca têm mesa, só têm reserva para depois da meia-noite ou estão lotados mesmo. Acho que nem vai rolar de entrar na cabine telefônica pra tomar uns gorós. Pelo visto, já contaram pra todo mundo.

H&H Bagels


A fábrica fica na frente do Intrepid. Já estávamos lá, então... Bagels são os pãezinhos franceses daqui. Uma receita judaica, eu acho. Uma rosca de massa de pão com um furo no meio que eles adicionam sabores. A H&H é a padaria mais famosa. Tinha bagel de cebola, de blueberry, de sour cream, de chocolate, de tudo. Compramos 2 de cebola, 2 potinhos de cream cheese e uma bandejinha de salmão defumado. Fizemos o sandubinha ali mesmo na fábrica, sem mesa sem nada e fomos comendo e andando pelas ruas de NY. 

Woman Power


Durante a 2ª guerra, com todos os homens americanos no front, alguém tinha que ir para as fábricas, principalmente para as fábricas de armamentos, para sustentar a indústria bélica. Adivinha para quem sobrou? E olha aqui os apelos que os Mad Man da época usaram para convencer as donas de casa americanas encarar essa. 

Ângulos Curiosos






Ainda no Intrepid. Quando um míssil vira banco para piquenique de turista ou descanso de bebês é hora de ir pra casa e pensar na vida.

Intrepid. Ou faça guerra, não faça rock.











Tem um porta-aviões ancorado em Manhattan. Com toda a variedade da indústria de guerra dentro dele. Virou museu. E tem fila gigante na porta. Enquanto o museu do rock está às moscas, o museu da guerra transborda de gente. Faça guerra, não faça música. Impressiona. Um submarino atracado abrirá as portas na primavera de 2009 para visitação. Mas de fora já é uma coisa. Entrei em um Concorde, o supersônico de passageiros desativado em 2000. As janelinhas são micro. Mas ele atravessava o Atlântico em 3 horas. O próprio Intrepid é uma atração. Ele serviu a "Grande Nação Americana" na 2ª Guerra Mundial, logo depois dos ataques a Pearl Harbor. 3200 marines a bordo. Sofreu 4 ataques dos Kamikazes japoneses. Então foi a vez da Guerra Fria. Vietnã. Depois a corrida ao espaço. O Intrepid resgatava as cápsulas dos foguetes que voltavam a Terra com os astronautas. Quando achavam que ele ia virar sucata de guerra, alguém teve a idéia de transformá-lo em um museu. E lá ele está. Você passeia pelos alojamentos dos Marines, pelas salas de radar, sobe e desce. No convés estão as jóias da coroa: dezenas de aviões de guerra, dos mais variados modelos, o sonho de qualquer menino. Sérgio, meu irmão, você ia enlouquecer. F-14, F-16, o avião do Tom Cruise no Top Gun, tudo muito explicadinho para qualquer menina como eu conseguir entender. Ah, uma curiosidade: logo na chegada eles passam um filme para contar a história do Intrepid. Muitos veteranos já velhinhos dão seus depoimentos emocionantes, bem no estilo dos comerciais do Halo3, saca? E quem, se não o excelentíssimo senhor Bob McCain, está entre eles? Viés dos brabos. Confesso que saí aflita de lá. Com uma angústia danada dos caminhos para onde estamos levando o mundo. Esperando ver uma banquinha de alistamento em qualquer quebrada do museu (seria a hora exata, já que os olhos das crianças brilham como nunca). E com uma pulga atrás da orelha: porque 2/3 dos visitantes eram judeus ortodoxos? 

domingo, 28 de dezembro de 2008

Paparazzi







Nesse tempo a gente cruzou com alguns famosos pelas ruas. Infelizmente não fomos cara de pau o suficiente para pipocar um flash na cara dos fofos, mas vai aí quem, quando e onde:
- John Litgow: o pai maluco do "3D Rock from the Sun" está numa peça na Broadway que se chama "All of My Sons", supercomentada porque tem a Katie Holmes "Cruise" no elenco. Cruzei com ele na 5ª Avenida.
- Harry Potter: tá na Broadway numa peça que chama Equus em que aparece peladão. Vimos o cara do outro lado da rua, na frente do teatro, distribuindo autógrafos para uma multidão.
- Nestor Serrano: um ator de TV que o Bruno reconheceu em West Village e que a gente teve que fazer uma pesquisinha na web pra descobrir quem era.
- Tim Allen: comediante das antigas, que fez agora um filme com o John Travolta em que eles são uns motoqueiros bem atrapalhados. Ele estava na nossa frente na fila para assistir Jersey Boys na Broadway.
- Gary Dourdan: o Warrick do CSI, passeando com a namorada numa rua do Soho.
- Gerald Thomas: nosso diretor de teatro de peças estilo "não-entendi", morador de NY há algum tempo. Eu cruzei com ele perto da Union Square.

Talking about my generation


O Rock Hall of Fame acabou de abrir por aqui. Uma galeria multimída para contar a história e as histórias do rock. E é uma experiência muito legal. Mas não pareceu que vai durar muito. O ingresso custa U$26, caríssimo comparado aos U$20 do MoMA. Não tinha quase ninguém quando a gente chegou (a sessão de cinema rodou só para mim e para o Bruno, o que fez tudo ficar muito mais legal). Mas é bem bacana. A primeira sala tem os autógrafos de muitas lendas do rock em placas de metal que ficam iluminadas quando a sua música toca. Divertido procurar. Na segunda sala uma puta projeção conta a história do rock através de suas estrelas máximas. Daí você ganha um fone com sensor de espaço (ele entende onde você está e toca a trilha sonora do lugar) e se joga num corredor de estilos musicais. Depois uma área imensa de memoráblia. Daí para uma maquete iluminada de Manhattan: você escolhe um lugar da cidade (bar, casa noturna, estúdio), lê sobre ele numa tela de plasma e uma luz se acende numa maquete branca para que você identifique o local exato. Uma área especial dedicada ao CBGB e uma putz exposição sobre o Clash! fecham o museu. 

Andando muito


Do Madison Square Park fomos até a Union Square, no East Village. Por lá paramos na Brooklyn Industry, uma loja moderninha com camisetas bem legais e na Forbidden Planet, loja de action figures. E começamos a descer em direção ao Soho. Pela Mercer atravessamos toda área da NYU, universidade ícone de NY, numa região conhecida como Noho (north of Houston). Depois de cruzar a Houston o Noho vira Soho (South of Houston) e lá estávamos nós, pé ante pé. Até que a gente chegou ao Rock Hall of Fame, um museu novo que abriram por aqui e que eu conto no próximo post. Minhas pernas já não estão mais me obedecendo.

Wired





Pertinho do Shake Shack, numa região conhecida como Flatiron District, por causa de um prédio triangular com este nome que fica lá, rola uma área com muitas lojas. E por ali, na 18th, a Wired abriu uma pop up store, que fecha hoje, dia 28. Passamos para dar uma olhada. Eles estavam expondo - e vendendo - os produtos mais indicados pelos críticos da revista em 2008. Tecnologia, meio ambiente, cultura pop e brinquedos. Muita coisa legal. Até uma moto e um carro dentro da loja rolou. Pasta de dente "bionic", card que transforma sua câmera fotográfica em wi-fi, empresa que faz um quadro com o mapa do seu DNA, site pra onde você manda sua foto e eles tranformam em obra de pop art. Enfim, tudo do bom, do melhor e do mais louco.

Shake Shack


Mais um hambúrguer daqueles "bom mesmo, né?" Queridinho dos moradores, indicadíssimo dos guias de viagem. O Shake Shack é uma banquinha, no meio do Madison Square Park, com mesinhas espalhadas ao redor (no verão deve ser uma delícia). E o hambúrguer vale a fila, que estava bem pequena, por sinal. Tudo bem organizado: os caras dão um bipe, quando seu pedido fica pronto ele apita e você vai buscar. O pão é super macio. Gostei bastante. E olha que o sanduba é pequeno para os padrões daqui. Fica aquela vontade de pedir mais um.

Tutu, inventa outra.






O Tutu, meu sobrinho menor, me pediu um boneco do Sora. Alô? O jogo Kingdom Heart da Disney. Ok. Qualquer loja de brinquedo deve ter, certo? Errado. O tal do Sora não existe por estas cercanias. O boneco é importado do Japão, a série 1 já está esgotada e a série 2 só chega nas lojas especializadas para pre-order em 2 de janeiro de 2009. E eu volto dia 3. Mas como eu não queria deixar o Tutu na mão, me embrenhei em uma busca frenética atrás do dito cujo. Amazon: não garantem a entrega a tempo. Fao Schwarz: "Sora what?" Loja da Disney: "We don't do Sora stuff". Toys'R'Us: "I don't think we have". O negócio foi apelar para as lojas de Action Figures, beeeeem mais legal. E tem cada loja aqui: a St Marks Comics já comentei. Ontem fomos na Midtown Comics e na Forbiden Planet. A primeira fica em Midtown, claro, e a segunda perto da Union Square. E as duas são loucas. A Forbiden é maior, tem mais variedade. Mas as duas valem a visita. Prepare-se para encontrar de tudo: de bustos gigantes do Homem de Ferro ao primeiro Super Homem, passando por animes eróticos e GI Joe que você tinha na sua caixa de brinquedos. Tudo, menos o Sora. Facilita, né Arthur?

NY está lotada


Não foi só no dia 25 que a cidade ficou lotada. Ela ainda está incrivelmente cheia. Em Midtown tem fila para tudo. Impossível andar na 5ª Avenida, em Times Square e nas redondezas sem esbarrar em dezenas de pessoas. Os lugares mais badalados de outras regiões também estão entupidos de gente. Ainda bem que conseguimos aproveitar bastante a cidade antes desta invasão bárbara. Para a nossa última semana por aqui o plano é desviar da multidão. 

Assistindo TV

Algumas coisas me chamaram a atenção:
... os caras têm um Militar Channel! Só com programas para militares e comerciais de AB Shape.
... a campanha do iPhone, explicativa pra caramba, tipo: com um iPhone você pode fazer isso, isso e isso, assim, assim e assim.
... um comercial ótimo da Heineken em que o cara embrulha um 6pack para presente, não resiste, abre o pacote, rouba uma e o narrador assina: Heineken, holiday special 5pack.
... um programa que chama "The Real Orange County Housewives", que é um Reality Show sobre as verdadeiras donas de casa milionárias e seu dia-a-dia. E tem franquia: vários estados diferentes.

Cada uma, viu?

"PT" depois do Met



Depois de um dia inteiro dentro do Metropolitan - entramos ao meio-dia, saímos às 8H da noite - nenhum dos dois tinha mais perna. Pegamos um ônibus (o MetroPass, de U$80 dólares /mês vale para o metrô e para ônibus) e depois um metrô para casa. A fome bateu e escolhemos um japonês bacaninha indicado nas "VejinhasNY" Time Out e NYMag. O Cube 63 fica no Lower East Side e é um corredorzinho verde cítrico. Loucos por uma cervejinha gelada fomos informados pela garçonete que lá eles não serviam bebida alcóolica, mas se a gente quisesse comprar na Deli logo em frente e tomar durante a refeição, não haveria problema. Com que pernas? Fomos de Coca-Cola mesmo. Sushi bom e uma entradinha de atum com molho honey mustard melhor ainda. Voltamos de táxi pra não ter que gastar mais nenhum passo até a próxima estação de metrô.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Met -Parte III






Algumas fotos. Isso sem contar os Picassos, Van Gogh, Cezanne, Matisse, Caravaggio, Van Dyke e tantos outros que estavam pelos pisos das pinturas européias. Haja perna.

Met -Parte II



Fora o acervo permanente do museu, a gente viu várias mostras temporárias, comum por aqui e em todos os museus do mundo: Arte e Amor na Renascença Italiana (lindo e engraçado) e Beyond Babylon foram as principais. A primeira só tinha em exposição quadros e objetos que falassem de amor e suas interpretações. E de sacanagem também. Divertida e romântica, passando por paixões, casamento, nascimento e viuvez. A segunda exposição falava sobre a astúcia dos povos que ocuparama a região da Babilônia para o comércio e todas as técnicas comerciais da época. Mais chata. Fora estas, umas bem menores: Armas do Tibet, Pinturas de Grandes Paisagens Americanas, A Arte da Tecelagem Africana. Isso só pra falar das que a gente viu.

Met -Parte I


O Metropolitan é o maior museu daqui. Deixamos para ir na 6ª porque às 6ªs e sábados ele fica aberto até as 20H30 e assim a gente teria tempo para ver mais coisas. E como tem coisa. A entrada é uma sugestão: U$20. Mas você paga o quanto quiser. Começamos pela Grécia. Roma. Américas. Oceania. Africa. Muitas peças históricas. E é história de 3.000 anos Antes de Cristo aqui. Esculturas, armas, jóias, tudo. Uma volta ao mundo, MESMO. Daí fomos para o Egito. O Met tem um dos maiores acervos de arte egípcia do mundo (dizem que o do museu do Brooklyn também é ótimo). E na área dedicada ao Egito os caras têm, além dos documentos mil com hierogrifos, os sarcófagos e as jóias, nada mais, nada menos que um templo inteiro. É isso aí. Os caras fizeram uma "doação" ao governo egípcio e transportaram um templo de zilhões de anos exatamente como ele era para dentro do museu. Ok, ele é pequeno, mas impressiona. Aí tem uma área dedicada à arte assíria, persas e todo aquele povo que até hoje faz bagunça no Oriente Médio). Aí vai para China, Japão, Império Bizantino e uma área dedicada a Arte Medieval. Fora isso o Met ainda tem uma galeria inteira de armas e armaduras - linda e cheia. Uma galeria dedicada a instrumentos musicais - chata e vazia. E um monte de galerias dedicadas a arte como a gente conhece: pintura e escultura, de grandes mestres europeus à arte moderna, sem pé nem cabeça. O museu é lindo, mas nem em sonho é possível de ser conhecido em um dia. A gente viu bastante coisa por cima. Fica aquele gostinho de quero mais, uma sensação de ter visto muito mas de ter apreendido pouco.

Dia 25 - Que tal um cinema?


Impossível. Dia 25 aqui deve ser o dia mais disputado do ano para os cinemas. Todos os filmes do mundo foram lançados. Spirit. O Curioso Caso de Benjamin Pitt. Nixon. E uma dezena de outros. A gente teve a brilhante idéia de acabar a noite de natal no cinema. A gente e os 8 milhões de moradores de Manhattan. Na porta do cinema uma muvuca de gente pra fora. A gente escutava a voz dos funcionários pedindo pra galera sair, dar passos para trás, mas ninguém conseguia se mexer. A galera com ticket na mão não conseguia entrar. A galera sem ticket não conseguia sair. Caos. Ficar em casa, nem pensar. Vai aí uma foto das redondezas pra sentir o drama. O que a gente fez? Entrou numa loja - suspeita, por sinal - e comprou o mais recente lançamento em DVD por aqui: Brurn After Read, dos Irmãos Cohen, com Brad Pitt, George Clooney e John Malcovitch. Bora pra casa e longe da multidão que invadiu a cidade. Valeu. O filme é ótimo. E o apê, divino.

Dia 25 - Fugindo de Midtown


Perto da 5ª avenida tinha tanta gente que a gente resolveu fugir um pouquinho. Aproveitando uma notícia que achamos na NYMag que anunciava uma Pop Up da Wired perto do Madison Square Park. Programão: tecnologia e hambúrguer do Shake Shack sem muvuca. E lá fomos nós. E demos com a cara na porta. Dia 25 NY só abre mesmo para turistas. Fora do centro comercial, nem alma viva na rua. A barraca de hambúrguer estava fechada. A loja estava fechada. Andamos um pouquinho mais até o Chelsea e resolvemos ter um nada típico almoço de Natal num típico diner americano, com típicos garçons latinos. Tudo bem simples, com fotos de filmes e pinturas Hollywoodianas pelas paredes. Este não é o espírito natalino?

Dia 25 - Fao Schwarz





Natal é um dia para crianças, né? Então a gente resolveu ser criança e ir até a FAO Schwarz e se divertir um pouquinho. Pena que a gente chegou em cima da hora e teve que ver as coisas correndo. Mas foi o suficiente. A loja é mesmo incrível. Confesso que era mais impressionante na primeira vez em que entrei lá, com meus 16 anos, com meu pai. Lembro que fiquei extasiada. Levei um ursinho de pelúcia da marca GUND, o mais macio que já tive. Da segunda vez quase enlouqueci com uma exposição de Barbies cult (Kkt, depois a gente acerta a propaganda). Desta vez, a coisa mais legal que eu vi lá é a fábrica de muppets. Na tendência do Build a Bear, você monta um muppet do jeito que você quer: cor, roupa, olho, nariz, tudo. U$103 a brincadeira. Mas é muito legal, vai? Fora que o cenário deste espaço é muito legal. O piano do Tom Hanks estava lá. Não deu tempo de brincar nele, mas a foto está aqui. A turma do Harry Potter, Darth Vader e Batman de Lego também impressionam. Na área das bonecas, para ajudar a vender uma marca de "recém-nascidos" os caras montaram um berçário e colocaram promotoras vestidas de enfermeiras. Não preciso dizer que estão vendendo como água, né? Enfim, a loja é muito legal.